Capítulo 148 da Crónica de D. João I, de Fernão Lopes


Capítulo 148 da Crónica de D. João I, de Fernão Lopes
Aula
12
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Áreas de Conhecimento

Oralidade

Sintetizar o discurso escutado a partir do registo de informação relevante quanto ao tema e à estrutura.

Produzir textos adequados à situação de comunicação, com correção e propriedade lexical.

Utilizar de modo apropriado processos como retoma, resumo e explicitação no uso da palavra em contextos formais.

Recorrer a processos de planificação e de avaliação de textos para melhoria dos discursos orais a realizar.

Leitura

Ler em suportes variados textos de diferentes graus de complexidade dos géneros seguintes: exposição sobre um tema e apreciação crítica.

Realizar leitura crítica e autónoma.

Analisar a organização interna e externa do texto.

Clarificar tema (s), ideias principais, pontos de vista.

Analisar os recursos utilizados para a construção do sentido do texto.

Interpretar o sentido global do texto e a intencionalidade comunicativa com base em inferências devidamente justificadas. Utilizar métodos de trabalho científico no registo e tratamento da informação.

Educação Literária

Interpretar textos literários portugueses de diferentes autores e géneros, produzidos entre os séculos XII e XVI. .

Contextualizar textos literários portugueses anteriores ao século XVII em função de marcos históricos e culturais.

Relacionar características formais do texto poético com a construção de sentido.

Comparar textos em função de temas, ideias e valores.

Reconhecer valores culturais, éticos e estéticos presentes nos textos.

Desenvolver um projeto de leitura que revele pensamento crítico e criativo, a apresentar publicamente em suportes variados.

Temas

Capítulo 148 da Crónica de D. João I, de Fernão Lopes.

Aula
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Atividades e Recursos Complementares
Capítulo 148 da Crónica de D. João I, de Fernão Lopes
Capítulo 148 da Crónica de D. João I, de Fernão Lopes.
Aulas
Poesia trovadoresca
A poesia trovadoresca: cantiga de amigo
A poesia trovadoresca- cantiga de amigo
A poesia trovadoresca- cantiga de amigo História da língua
A poesia trovadoresca - cantiga de amor
A poesia trovadoresca- cantiga de amigo História da língua
Fonética e fonologia. Etimologia
Cantigas de escárnio e maldizer.
Contextualização histórico-literária: Fernão Lopes
Capítulo XI da "Crónica de D. João I", de Fernão Lopes. Arcaísmos e neologismos
Capítulo 115 da Crónica de D. João I, de Fernão Lopes
Capítulo 148 da Crónica de D. João I, de Fernão Lopes
A apreciação crítica
Introdução ao texto dramático e ao espetáculo teatro, com Jorge Silva
Gil Vicente: a obra e o contexto histórico-cultural
Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente: a sequência inicial. O género da farsa
Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente: a representação do quotidiano e o casamento
Farsa de Inês Pereira: o pedido de casamento de Pero Marques. Tipos de cómico
Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente
“A farsa de Inês Pereira”
Farsa de Inês Pereira. O segundo casamento de Inês
Farsa de Inês Pereira: a cena final
Auto da Feira, de Gil Vicente (1)
Auto da Feira, de Gil Vicente (2)
Auto da Feira, de Gil Vicente (3)
Orações coordenadas e orações subordinadas adverbiais
Orações subordinadas adjetivas e substantiva
Introdução à lírica de Camões. O contexto histórico-literário
O tema do amor na lírica de Camões: "Descalça vai para a fonte" e "Sete anos de pastor Jacob servia"
O amor na lírica de Camões: “Amor é fogo que arde” e “Está lascivo e doce passarinho”
O retrato da mulher na lírica de Camões: "Ondados fios d´ouro reluzente " e "Endechas a Bárbora escrava"
O tema do amor na lírica de Camões: "Como quando do mar tempestuoso" e "O céu, a terra, o vento sossegado..."
A Natureza na poesia de Camões: “Verdes são os campos” e “A fermosura desta fresca serra”
Camões: Reflexão sobre a vida pessoal na lírica de Camões. “Erros meus, má fortuna, amor ardente" e “De que me serve fugir”
O desconcerto do mundo na lírica de Camões:" Esparsa sua ao desconcerto do mundo"; " O dia em que nasci moura e pereça"
“Camões – Rimas”. A mudança
“Camões – Rimas”. O amor