A Centralidade do observador na Arquitetura e na Pintura


A Centralidade do observador na Arquitetura e na Pintura
Aula
31
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Áreas de Conhecimento
  • Desenvolver a sensibilidade estética através da identificação e apreciação de obras artísticas
Temas

A Centralidade do observador na Arquitetura e na Pintura.

Aula
31
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Atividades e Recursos Complementares
A Centralidade do observador na Arquitetura e na Pintura
A Centralidade do observador na Arquitetura e na Pintura.
A Centralidade do observador na Arquitetura e na Pintura - Correção
A Centralidade do observador na Arquitetura e na Pintura - Correção.
Aulas
A Polis Ateniense e a Democracia Antiga
O modelo Romano: Roma cidade ordenadora de um império urbano
O culto a Roma e ao imperador. A codificação do Direito
A progressiva extensão da cidadania e a afirmação de uma cultura urbana e pragmática.
A padronização de modelos arquitetónicos e escultóricos em Roma
A Romanização da Península Ibérica
O Modelo Romano: ​ Roma cidade ordenadora de um Império urbano
O Modelo Romano: A afirmação imperial de uma cultura urbana e pragmática
A Romanização da Península Ibérica: um exemplo de integração de uma região periférica no universo imperial
O espaço civilizacional greco-latino à beira da mudança
Multiplicidade de poderes: impérios, reinos, senhorios e comunas
Organização das crenças: o poder do bispo de Roma na igreja ocidental. O reforço da coesão interna
O quadro económico e demográfico. A expansão agrária. A dinamização das trocas regionais e a afirmação das rotas do comércio externo
A fragilidade do equilíbrio demográfico: a fome, a peste e as guerras. Condições para as revoltas sociais
O espaço português: a consolidação de um reino cristão ibérico
O espaço português: a consolidação de um reino cristão ibérico. O país urbano e concelhio
O Espaço Português: A consolidação de um Reino Cristão Ibérico – A Organização do Território e do Espaço Urbano
A Centralização do Poder Régio - A Reestruturação da Administração Central
Dinamismo na Europa Ocidental nos séculos XIII a XIV – Espaços, poderes e vivencias: Valores, Vivência e Quotidiano
A cultura laica e profana nas cortes régias e senhoriais e a educação cavaleiresca
Amor cortês: culto da memória dos antepassados. A difusão do gosto e da prática das viagens: peregrinações e romarias. Negócio e missões político-diplomáticas
A geografia cultural europeia de quatrocentos e quinhentos. As condições do desenvolvimento cultural na época moderna
O cosmopolitismo das cidades hispânicas. A importância das cidades de Lisboa e Sevilha
O Alargamento do conhecimento do Mundo. O contributo português
Observação e descrição da Natureza: principais contributos. A revolução das conceções cosmológicas
A produção cultural no Renascimento: distinção social e mecenato, a ostentação das elites cortesãs e burguesas e o estatuto dos intelectuais e artistas. O estatuto dos intelectuais e artistas
Portugal: o ambiente cultural da corte régia
Os Caminhos abertos pelos Humanistas
Individualismo – Racionalidade. Espírito Crítico – Utopia
Reinvenção das formas artísticas – Imitação e superação dos modelos da Antiguidade
A Centralidade do observador na Arquitetura e na Pintura
A Expressão da Pintura e da Escultura
Arte em Portugal: O Gótico-Manuelino
A afirmação das novas tendências renascentistas em Portugal: A escultura e a pintura
A Renovação da Espiritualidade e Religiosidade
A Rutura Teológica de Martinho Lutero
Contrarreforma e Reforma Católica
Contrarreforma e Reforma Católica - Portugal
As novas representações da humanidade
As novas representações da humanidade: a escravização
As novas representações da Humanidade: miscigenação e evangelização
O concílio de Trento e a Companhia de Jesus
O impacto da Reforma Católica na sociedade portuguesa
O barroco: a arte como expressão de poder